Fugida de um furacão,
Ela repousa,
E ergue a cabeça.
Está na hora...
Sim está na hora!
Cruzando as suas asas partidas junto ao peito,
Aperta-se e esfumaça-se.
Agora é hora de purificar e orgulhar os feitos,
E por fim, transformar-se em pó.
Vira-se a página,
Ergue-se a taça,
Esquece-se o mal,
Termina a batalha,
Encontra-se finalmente a esperança.
Numa brisa quente,
De uma nova primavera antecipada,
Que ocupa o lugar do antigo inverno gélido e chuvoso,
Melancólico e negro,
Ela renasce!!
Das suas próprias cinzas,
Ela cresce de novo,
Forte e culta.
Agora é tempo de viver!!
Passo-a-passo,
Ela vai erguendo as asas,
Sorrindo para o futuro que a aguarda.
Está tudo pronto,
Ela dá o primeiro passo,
Ergue as asas com coragem,
E levanta voo!
Emigra para o tanto desejado recomeço...
A distância é longa,
Mas o desejo e a paixão,
Leva-a para a paragem há tanto sonhada.
A Fénix sobrevive, revive e vive outra vez!
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