Torna-me surda para não te ouvir.
Tira-me a dor e torna-me insensível.
Dá-me força para esquecer.
Cada batimento tornou-se mais fraco,
Já a corda que o fazia movimentar enferrujou,
E toda a esperança de conserto ficou perdido no tempo.
Relógio da vida que teima em não párar,
Deixando para trás um rasto de ponteiros que marcaram uma vida,
E com eles todos os segundos perdidos,
Em momentos esquecidos,
De sentimentos falecidos.
Eu tambem não gosto deles... Vamos acabar com eles?
ResponderExcluirQue se acabem os relógios e a dor de sentir, porque a de pensar já foi retratada pelo "outro". Que as memórias permaneçam mas que encoragem a bens melhores, que da maldade e para o mal, temos o coração cheio.*
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